Segredos

A minha foto
aqui deixamos a nossa marca. deixem a vossa também... mail: 7pecadilhos@gmail.com

Espreitadelas no buraco da fechadura

Mostrar mensagens com a etiqueta amèlie. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta amèlie. Mostrar todas as mensagens

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

acordes

ao fundo da sala, ainda com as luzes a meio gás, surge na penumbra m som violante... do pescoço descoberto do cabelo aparado, a barba terminada num leve risco de pêra para o charme, para o mistério, para o encanto... fechas os olhos e deslizas a mão direita nas curvas lixadas banhadas a verniz, o verniz que estala quando os teus lábios se encostam ao meu corpo... tão suavemente quanto o toque dessa viola que se encosta no teu colo...
timidez ou sedução - como me baralhas! - palheta em ambos, ambos me intrigam. giras as tarrachas e sinto os teus dedos a apertar com doçura e atrevimento os meus mamilos, sinto-os rijos, atarracho-me na cadeira. tocas um dó! oh tem dó de mim! trastes, casas, tampo, mosaico... vejo-me estendida no mosaico lá de casa à mercê dos teus dedos tão ágeis no meu clitóris encarniçado quanto na boca dessa viola onde tocas apaixonado... acendes o rastilho da viola, o da viola e o meu!...  tudo pronto para outro espectáculo escolhe a postura; eu escolho o ritmo!

segunda-feira, 16 de maio de 2011

a sós

molhei os lábios porque o meu coração disparou... senti desejo de a beijar naquele momento quando a tive tão junto a mim... ali... e só as duas...
os cabelos escuros dela roçavam-se no pescoço de tom nívea, que se adivi
nha tão suave quanto a promessa do creme, serampintado, o tom nívea do pescoço, daquela mulher que me causa arrepios nem sei bem de quê se de desejo se de despejo de mim mesma, um sentimento de alma descabido, inseguro, sem jeito.


... ao fundo as cordas da viola e uma voz de trovador interrompeu-me o pensamento. o meu cabelo descaíu-me da bandolete e escondeu-me os desvarios que pudessem ser denunciados pelo meu olhar; guardei as fantasias para mim. viemos à rua... a noite já se adivinhava longa e embora não quisesse tinha de me vir embora...

quinta-feira, 14 de abril de 2011

que dia!

o dia foi longo, merecedor de um mimo prolongado...
cheguei a casa, pus a água a correr e o vapor a percorrer os cantos do tecto. desabotoei a saia, despi a t-shirt, livrei-me dos elásticos maçadores da roupa interior e entrei. quente... bem quente! puxei o elástico do cabelo e pus-me a jeito de sentir o chuveiro beijar-me a pele das costas. e senti, literalmente, uma boca a beijar-me a pele. assustei-me. mas o teu peito sossegou-me o coração e as tuas mãos, tão caridosas, apalparam-me demoradamente as mamas... senti o corpo relaxar... a água quente, a tua boca no meu corpo, as tuas mãos a desvendar, deixa-me levar... rocei a minha anca no teu falo delicioso... estava exausta... tinha saudades tuas...
misturavam-se os odores naquela casa-de-banho... o vapor no ar quente que se respirava, o cheirinho do gel duche, o teu corpo junto do meu olfacto que me deixa desnorteada... sabes que não te resisto.. conheces-me tão bem...
estranhamente esqueces as economias e a água não pára de correr sempre quente. o meu coração palpita fortemente como o batuqe de um tambor e a minha respiração meia interrompida... adoro essa boca a querer mimar-me o biquinho da mama enquanto estou de joelhos a fazer-te um bico demorado e delicado... gosto de te mamar como calma... tomar-te o sabor, sentir-te cada vez mais teso. puxas-me para cima... queres mimar-me e eu não digo que não... nas minhas costas há uma mão que desliza na espuma do gel duche arranja cantinho no rego do meu cuzinho. traças-me um sorriso no rosto encarniçado... a tua boca insistentemente sempre nos bicos das minhas mamas, a outra mão sempre inquieta e o meu corpo responde com os primeiros impulsos eléctr
icos... aproxima-se belos orgasmos... ou pelo menos um bem demorado... continuas nas tuas desertificações e eu bato-te uma punheta sem um ritmo certo. vi os teus joelhos querem ceder... a água mantém-se, na temperatura e roído certos, as nossas respirações encontram-se afogueadas e os nossos corpos respondem ao estímulo mais primitivo e apetecível que há, a foda, o orgasmo, o sexo.
que dia!...


quinta-feira, 31 de março de 2011

noites de primavera

a noite é de primavera. escura. sem estrelas nem lua. o ar fresco que se sente na pele arrepia os poucos pêlos que ainda habitam no meu corpo. ouvem-se os carros na estrada principal metros acima. os grilos encantam no seu cri-cri de cortesia. há no ar um aroma ás azedas, aquelas florinhas campestres amarelas, embora não saiba da existência de nenhuma. alguém fecha os estores de um dos apartamentos vizinhos com brusquidão e desperta-me da languidez que se infiltra no corpo. nestas noites adoro beijar. a frescura da noite no contraste de uma boca quente é dos meus melhores prazeres. não há palavras entre nós. apenas olhares trocados em silêncios profundos e intensos. eu gostava de te dizer algo mas não sei o quê. e tu também não dizes nada. e ficamos assim... em silêncio. há ainda uma terceira pessoa neste cenário mas não se manifesta, é um espectador tímido mas atento. olho à volta... o frio intensifica-se... o crilar verdejante também... há anos que não vejo pirilampos... tu sorris. e ele também. eu coro. quando não sei o que dizer não digo nada de jeito. sinto um novo arrepio e tu abraças-me. sinto o teu corpo tão junto do meu que os meus tremores já não são por culpa da temperatura, pelo menos da da estação. nunca nos tocamos muito. ficamos sempre muito atentas ao olhar de cada uma mas falamos de coisas muito banais, de poucos pensamentos. eu não sei o que te dizer. gosto de rir. e o ambiente flui bem assim. outro arrepio me percorreu a espinha de tal ordem que correste a abraçar-me. e eu senti a tua respiração tão perto da minha que a minha visão se torvou, a tua boca tocou na minha. e estremeci. uma boca pequenina mas quente. cheia de graça. tomei o sabor do beijo e o aperto dos nossos corpos ao encontro um do outro. corei... pelo calor que sentia na cara só podia ter as
faces enrubescidas. despedi-me. atarantada. desnorteada. queria ficar. queria sair dali e procurar o conforto da minha casa. a chave rodou na fechadura, a porta gingou na pedra mármore e fechei a porta atrás de mim. deitei-me.

talvez sonhe. talvez não.

quarta-feira, 30 de março de 2011

zevro

não sou amante de padrões. não aprecio estampados. não gosto de "tigréces" ou leoas com pintas. nem aprecio todo o tipo de linhas ou em qualquer lado pois se forem rectas são finamente deliciosas num falo bem teso e curvas na silhueta de uma menina bem adornada. 
mas as zebras... as zebras têm um padrão que me fascina demais. as listas no dorso, o trote alternado a dois tons, o balançar da crina em riscas alternadas. branco-preto-branco-preto... uma delícia.
não vestirei, portanto, peça alguma com este padrão - calças,  saias,  vestidos,  blusas,  tops... - as peças de vestuário estampadas aparte de meras ilustrações em t-shirts contam-se pelos dedos quantas tenho: duas! um vestido de verão, tecido de cetim e um sobretudo de inverno, de fazenda traçado mas estas collants, descobertas ao acaso na internet, até que me desafiam a comprá-las no primeiro sítio que as encontrar...
... e depois imaginá-las a desenhar as barrigas da perna, as coxas, a cintura, num toque sedoso e delicado como o primeiro beijo inocente dos amantes inexperientes - o algodão das collants nos meus lábios grandes envergonhados, o meu clitóris atrevido, o meu monte de vénus saliente... ah! que belos coices do entusiasmo de uma bela canzana ou.. será zebrana?!

a propósito:
serão brancas, as zebras, com riscas pretas ou serão pretas com riscas brancas?!

quarta-feira, 2 de março de 2011

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

rapidinha 06

"previsão do tempo para hoje:
forte beijos e abraços, há possibilidades de mamadas ou linguados nas zonas baixas do interior acompanhado de tesão. Pode haver também um tremor de cama devido a fodas intensas com trovoadas de gritos e gemidos de prazer... e ainda chuvas de suor e esperma! que tempestade!!!"


via sms*

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

rapidinha 04

A esfera pode ser definida como "um sólido geométrico formado pelo conjunto pontos contidos num espaço P e C (centro), em que a distância do centro ao ponto P seja menor ou igual ao raio dessa esfera, ou semelhante ao ponto C . A esfera também pode ser vista como um sólido de revolução, obtido pela rotação completa de um semicírculo em torno do eixo que contém um diâmetro..."


eu nasci esfera.
e existem as pessoas quadradas.

rapidinha 03

em geometria descritiva estudam-se as linhas e os planos traçados no espaço! a cada linha dá-se uma letra como nome e à sua projecção real no espaço acresecenta-se um símbolo.

a linha mais usada era chamada de letra P que viria a transformar-se em plano ficando com o nome P' que foi quando descobri também a VG ( verdadeira grandeza). estaria a referir-se, exactamente, a quê o professor?

quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

punica granatum

passion fruit... não devia ser, em terras lusitanas, maracujá embora tenha um sabor agri-doce que faz lembrar a tua cona: linda e rosada como a fruta, tentadora como o seu sabor mas...
... a fruta que eu desejo ter dispersa na minha pele tão nívea quanto a neve das terras altas, é a romã que ecoa nos monossílabos dos meus orgasmos. essa sim, é a minha passion fruit: de cor afogueada como os meus lábios quando os beijas, fugidia como o meu arrepio de prazer, saborosa e sumarenta como a minha deliciosa humidade que me convida ao toque, ao gemido, à contracção, ao orgasmo final interminável! aquele calafrio corrido de cima abaixo, e as gotículas de suor aumentam deslizando rapidamente pelo meu pescoço, retídas na minha clavícula.
arranquei a coroa do resto da fruta e passeei-a na minha pele macia do creme, arrepiando-me. senti todos os pelitos eriçarem-se e as minhas pernas entreabrirem-se. mordi os meus lábios enquanto chegava à parte detrás da minha orelha.  deixei que a minha língua molhasse os meus lábios por instantes.  uma das pontas levantadas do rasgão que separara a coroa agarraste-a pelos dentes e as minhas unhas fincaram a casca, aumentou o rasgão e o meu sorriso sabido desenhou-se, adivinho ao que se avizinhava. com extremo cuidado depositas semente a semente sobre o meu corpo, nu e ebúrneo, na cama coberta a lençóis de linho cor champanhe. não me mexo. junto a ti há flutes com o frizante a borbulhar. as gotas geladas caíam sobre mim contrastando o gelo da bebida com o calor do toque dos teus lábios a cada beijo deixado, aparentemente, ao acaso. soltei gemidos de prazer. que sensação... que mimo! muitas mais sementes deixaste soltas no meu peito, mais abaixo algumas enfiaram-se no meu umbigo tingindo-me enquanto outras correram à minha zona erógena. sorris maliciosamente com a tua mão sobre aquele espectáculo de cor. estou belamente depilada e assim deitada as minhas mamas tão delicadamente dispostas, ficam mesmo a jeito dos seus bicos serem mordidos com meiguice e lambidos de seguida por ti! e como quero! prova!, disseste. e abocanhaste umas quantas sementes e dando-me a provar o sabor de cada uma, uma a uma... demo... rada... mente... que delícia! que desejo! que tesão! quero-te! em gesto suplicante de mais e muito mais provoco-te passando a ponta da língua pelo meu lábio superior e recebo um beijo terno. temos todo o tempo do mundo...

quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

sabes o que eu sei que tu sabes eu saber

eu sou aquela. sou a tal. tu sabes que sim. e sabes que eu sei que sim.
sou aquela que te provoca a meio do horário de trabalho quando estás agarrado à rebarbadora separando o ferro em bocados como fazes comigo quando passeias as tuas mãos grossas no meu corpo. eu provoco-te nessas horas inesperadas despontando um incêndio devastador, no teu corpo todo, das fagulhas da rebarbadora que tens nas mãos todos os dias.
eu sou aquela que te toca no sexo da forma como nunca nenhuma outra mulher te tocou, tu sabes que só eu sei onde é e do modo que o toque deve ser.
eu sou aquela que te geme baixinho ao ouvido o prenúnico do orgasmo e que geme a alto e bom som a essência mais bárbara da foda animal, do baque das nossas ancas, do teu sexo no meu - húmidos, molhados, excitados, duros, tesos!
eu sou aquela que nas noites que dorme sem o teu calor na cama chama por ti, baixinho, debaixo dos lençóis
eu sou aquela que nas noites que dormes a seu lado te aproximas, abrançando os meus seios ainda de bicos excitados da queca bem dada e demorada. adormeço em concha com as minhas coxas a beijar o teu falo.
eu sou aquela que te surpreeende de tempos a tempos ainda quando pensas já nada haver de surpreendente.
eu sou aquela que te morde, que deixas estalar a tua mão na minha coxa, a quem fazes declarações de amor e que te fode como nenhuma outra mulher te desejou algum dia.
sou aquela. sou a tal. tu sabes que sim. e sabes que eu sei que sim.

quarta-feira, 7 de julho de 2010

ménage

uma noite destas tive uma fantasia enquanto fazia amor com ele. quando assumi o controle  do sexo, quando me pus em cima dele, sentada, dançando a minha anca com a dele, os meus lábios grossos na penungem dele, as minhas mãos no meu cabelo, quando o puxei para mim, para que me beijasse as mamas enquanto as apertava entre as suas mãos grossas de homem... tive uma fantasia.
quis que ali estivesse uma mulher connosco, meu amor. desejei profundamente naquele momento, naquele preciso momento em que te possuía, desejei que ela ali estivesse e me beijasse a cona enquanto subia e descia no teu falo vigoroso, cheio de tesão do broche que te fiz. quanto mais puxava por ti, mais forte se tornou a fantasia. parecia que a sentia ali, a língua dela de volta dos meus lábios, tomando-me o sabor. o sabor agridoce da minha menina... queria que ela te tocasse nos teus tomates, com jeitinho como as putas. te tratasse bem como eu trato. imaginava o teu dedo o teu pénis na troca de posições enquanto ela me beijava a flor do corpo com cuidado, com meiguice como só tu sabes abri-la. depois distraí-me quando te vieste. tive pena da fantasia não ter resultado a cem por cento mas depois, quando senti o teu letinnho a molhar-me toda, a sujar-me toda, a fantasia regressou, excitei-me e vim-me para ti!