JOGO FAZ-DE-CONTA:
hoje vamos brincar ao faz-de-conta.
tu fazes e eu conto!
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| imagem retirada daqui |
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dispus as minhas pernas em torno da tua cintura como uma felina que caça bem a sua presa. não te dei escapatória. sorriste. sabes que gosto de tomar posse daquilo que é meu. a gata mimosa também tem garras, belas, lindas, compridas, e afiadas. destemidas. roçá-las na tua pele morena; pressionar ligeiramente e ouvir-te um gemido que se avizinha. toca-lhe! ordeno-te. ma não deixo. desabotou-te as calças, deslizo o fecho eclair e saco o teu pau tão bem feito que ele é. agarro com a mão e bato com ele ao de leve na cuequinha fio dental que joga ao toque e foge com os meus lábios, o meu clitóris, o meu monte de vénus... deslizo pelas tuas pernas encaixando-me entre as mesmas e o pouco espaço existente entre o porta-luvas e os teus joelhos. eu... eu estou de joelhos com as minhas mamas contra os teus joelhos. resolvo abocanhar-te o falo tão excitado, tão grosso, tão sedento, molhado. que tesão foi esse?! vieste-te aos primeiros toques dos meus lábios, da minha boca quente, da minha saliva a deslizar por ti abaixo, boiando nas bolas...
ntíssimo ecoado pelos meus gemidos e simultaneamente abafado pelos lençóis que me enlaçam o corpo. sem fôlego, suada, cor escarlate no corpo todo, em transe, nem dei pelos beijos dele no meu sexo excitado. recuperei. desci até à tua boca carnuda. tomei-te nos meus braços. beijei-te. e sabe-se lá como tive força quanto bastasse para ficar em cima de ti. um beijo n pescoço bem demorado... um beijo mais abaixo na tua auréola rosada e de bico espetado da tua mama envergonhada pelos cabelos do peito e uma dentadinha inocente (ou nem tanto!) uma lambidela contínua nas tuas costelas até zonas mais a sul... passo a minha mão direita levemente pelo teu escroto, arrepiando-te os poucos pêlos que te correm o corpo, porque a meu pedido, esse belo monte herculano é uma vasta terra lisa e suave como as praias da nossa zona. uma suavidade entranhante que não se esquece facilmente. beijei-te a glande tão ao de leve e soltaste um suspiro que me agradou imenso... desci um bocadinho mais, achei que te agraderia. a minha mão, tão marota, apertou-te os testículos e engoli o teu pau feito tão teso, tão grosso, tão doce esse líquido que te jorra aos poucos. quero mais! esfreguei com meiguice a bolsa que te esconde essas tuas bolinhas e com o dedo médio provoquei-te um arrepio na espinha ao deslizá-lo no teu anus uma vez e outra vez e outras mais que vieram. a minha mão, inquieta fazia movimentos de vai-vem com o teu pénis cada vez mais grosso no meu toque. peço-te que te ires de barriga para baixo e assim fazes, meu menino obediente... ficas de quatro, apoiado nos joelhos e, para começo, ficas também apoiado nas mãos, que depressa perderás a força, tenho a certeza. com a língua tomo-te o sabor agri-doce que o teu corpo tem, teimo em excitar-te com a ponta da minha língua a saltitar de um lado par o outro. tomo rumo a norte, por que para mim o norte é sempre em frente, desco até aos teus testículos, demoradamente ensopo-te da saliva que há na minha boca; esse calor do teu corpo excita-me tanto! se tu soubesses. vou buscar o brinquedo, sem que dês por ele. enquanto a minha outra mão sempre se manteve mais ou menos ocupada com esse falo tão... herculano, a outra, generosa com o lubrificante vai enfiando no teu cuzinho o brinquedo da menina. espero que gostes... sussurro-te enquanto solto um sopro morno nas tuas costas. e vieste-te!... que delícia de orgasmo, este teu... deitaste-te, sorriste para mim. e eu adorei! adorei que tivesses cedido aos meus caprichos!