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Espreitadelas no buraco da fechadura

sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

quarto-escuro

"brincamos ao quarto escuro?"
"já não temos dez anos..."
"e daí? muito melhor agora!!"

sorriso atrevido, o teu, ao desligar o interruptor. os estores estavam apenas corridos deixando a mínima luz quebrar a escuridão total. ainda levei uns segundos até os meus olhos enxergarem as sombras na penumbra. embora soubesse muito bem o que provava o batom dos meus lábios eram os teus carnudos. sorri e sentiste as maçãs do meu rosto elevarem-se ao desabotoares o primeiro botão da minha camisa. "um botão... dois botões..." e paraste. tapaste os olhos e começaste a contagem: "um... dois... três..." corri a esconder-me atrás do cortinado de organza vermelho que pouco se distinguia e desabotoei o botão da calça de ganga justa como gostas que eu use por que me salienta bem as nádegas e a forma de mexer a anca quando vou na rua. via-te aproximar do armário e deixei escapar um risinho de piada, lançaste-me a mão e agarraste-me a mama de bom tamanho mimada pelo soutien push-up. soltaste um ah! de vitória e eu esgueirei-me sem te dar tempo para reagires. 
quando menos espero já me embrulhaste no cortinado e desabotoas-me outro botão da camisa. e outro e colas ao pescoço um beijo demorado que arrepia todos os poucos pêlos do meu corpo! soltaste-me e recomecei a contagem "um... dois... três..." fugiste. fui encontrar-te descaradamente à mão de semear em cima da cama e sem grandes cortesias tirei-te o cinto que pouco estava a fazer já que nem as calças segurava. subi para cima de ti. e balancei a minha anca sobre a tua, sentindo-te a crescer. levantei a t-shirt... desfilei a ponta da língua do teu umbigo até aos mamilos onde me demorei gulosamente. senti o teu volume a tocar no meu monte de vénus. despi-te a parte de cima e ficaste à mercê da minha vontade. e mordi-te, beijei-te, chupei-te, fiz com que soltasses um gemido. adoro ouvir-te gemer. como me excita! como me dá prazer! seres tu tão homem e gemeres nos meus braços desde um simples beijo no pescoço até ao demorado broche que adoro fazer-te. não me esqueço, nunca, daquela noite de verão, em que te fiz suar! mas és homem! impaciente de feitio viraste-me na cama. e recebi-te bem no meio das minhas virtudes! por que sabes... não há melhor forma de receber-te senão for assim... toda aberta... tão aberta... e tira-me as calças por favor! deixa-me senti-lo enquanto nos roçamos, nos provocamos... por favor!
és tão pouco obediente! fazes-me sofrer até à exaustão! agarras-me nos dois braços com força e beijas-me o pescoço! chupa-lo com tal vigor e sede que mo deixas marcado de certeza! "não faz mal! é o quarto-escuro! nunca se vê nada!!" atrevido o menino hã?! e como sou fraca! que gemo logo ao primeiro toque, como me sinto quente ao ponto de me querer despir, que me tires as calças, o soutien, desvies a cuequinha para o lado e me fodas assim de uma vez por que, sabes, sou impaciente e insatisfeita, quero sempre tudo e mais que haja!! um beijo aqui, um beijo ali; uma mamada e  ficas de joelhos. eu subo até ti, passo as minhas mãos no teu tronco e mordo-te as costelas. desabotoas as calças e sem que dê conta fazes-me cair ao puxar as minhas pelos pés. solto uma gargalhada. e pões-te nu para mim. desabotou os botões restantes da minha camisa e deixo-a deslizar no meu ombro que abocanhas... a cama, já do avesso, promete versos e rimas aos gemidos e aos fôlegos que um bom vai-vem produz. deito-me na cama a admirar-te os gestos na luz difusa que se esgueira; vejo-te de pau feito com a glande luzidia... e toco-me... os meus bicos erupcionam firmes e as minhas rosetas mais serão escarlate que a cor da minha cona quente e húmida, que eu sei! - tu queres lamber e mordiscar! e eu quero sentir a tua língua toda em torno da minha vulva! vem esconder a pontinha dela no meu capuchinho! mas tu fazes melhor: pões-te a jeito de forma a que eu veja o que fazes à luz. e tu tocas-te... como é delicoso perceber que perdes a força das tuas pernas ao bateres a tua punheta à minha frente comigo tão disposta a receber-te!... de boca aberta, de pernas abertas... as minhas unhas, tão bonitas e delicadas da manicure, arranham-te as nádegas e aproximo-me de ti rebolando, rebolando até ficar de ventre contra a colcha descomposta para que vejas o escarlate da minha cona e o meu cuzinho mimados pelos meus dedos e a fisga do fio dental púrpura... "consegues ver?... como estou molhada... excitada... como está inchado o meu clitóris de tesão? e o meu cuzinho? gostas? assim... bem à mostra para ti?" ... "não! mas consigo tocar-te!" e nisto apalpaste-me a vulva e o monte de vénus inteirinho enquanto enfiaste dois dedos dentro da vagina fazendo-me gemer tal a ânsia! e tocou-me! a glande a entrar-me no cuzinho, bem molhadinha dessa primeira erecção de desejo, com todo o prepúcioo bem recuado e bem devagar para que todos os meus gemidos que quisesses soltos todos fossem de prazer e nunca de dor... a chapada de mão bem aberta, essa mão de homem feito estalou com tal força na nádega que a excitação do momento engoliu-o de uma vez! o meu sexo ainda mais desperto daquela ociosidade sexual verteu os seus líquidos e não deu para aguentar. fui dançando ao sabor daquela foda do som da tua anca contra a minha e as molas do colçhão que me amparavam as investidas. as tuas mãos percorreram-me as mamas enquanto eu me tocava e me tocava e gemia e... não aguentámos mais. acelarámos o ritmo e vim-me e vieste-te. um orgasmo em conjunto. os corpos denunciados pela luz pobre que surgia dos buracos dos estores do quarto estavam ofegantes e suados quentes e esgotados da queca dada a brincar ao quarto-escuro!

2 comentários:

Imperator disse...

giro esse jogo do quarto escuro :-)

tem piada pois nunca jogamos a isso naquela idade de jogar, mas sim, agora que sabe-se o que se quer é muito mais interessante.

quarto, sala, corredor... espaço escuro e vários jogadores isso sim teria muita piada ;-)

amélia e joão disse...

sim... é a bela teoria do"quantos mais melhor!"